Era uma vez um analista integrativo, que de bêbado não tinha nada. Era muito sóbrio, e na verdade, sóbrio demais, até. E como ele vivia de analisar os outros e ajudar pessoas mesmo que seus casos fossem extremos, resolveu ajudar um alcoólatra. Que de bêbado, no parágrafo inicial, só teremos essa informação. Era bêbado. Ponto. E, sem informar mais nada, lhe pergunto: o que você acha dele? Continuar lendo “O ANALISTA BÊBADO E O PACIENTE ENTEDIADO”

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