KAROL CONKÁ E OS PROBLEMAS DO NARCISISMO SEM DÓ

O próprio fogo do parquinho

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Não existe outro assunto em botequins, lives improvisadas ou aglomerações do
que a indelével figura artística exposta em rede nacional chamada, atualmente
de inúmeros nomes, mas artisticamente, Karol Conká. Se Sócrates filosofava em
praças, no teatro, e onde mais o povo estivesse, e se Aristóteles chama o homem
de “animal social”, nada mais filosófico do que se aprofundar no que
o povo comenta, ou seja, o nosso grande irmão, BBB. Assim, cancelemos
cancelados, cancelados, cancelemos e no jogo da linguagem e pensamento nos
adentremos!

Muito bem. Então temos um conceito filosófico de George Orwell, que percebeu
que existe uma… ah, deixa para á, ninguém quer saber. Interessa que um
escritor escreveu sobre uma entidade maior que o indivíduo e que o controla.
Escreveu que a individualidade se perde no meio do caminho. De muitas formas,
de muitas maneiras. Essa entidade, na época em que foi escrita, era o governo,
potencialmente totalitarista. ( não vou falar de potenciais grandes irmãos na
política, no Brasil, vamos odiar com tranquilidade apenas uma pessoa, no
momento. )

De quantas formas a comunicação se transforma neste Grande Irmão? Desde que
existe uma lógica em mostrar a realidade diferente da realidade. Platão,
através da alegoria da caverna* que o diga! Será que não existe um planejamento
de como propor a lógica do “game” de Tiago Leifert que não leve em
consideração o que ou quem a audiência quer ver e entender que não ignora se a
individualidade de cada um se sai bem ou mal no VT? Seria muita ignorância não
perceber isso.

Mais ainda se pode dizer sobre onde se começa a ser um grande irmão: no
menos. Ou por outra: qual a menor forma de não levar em conta a individualidade
do outro em consideração, e por isso, já começar a formar uma
“grandeirmãozice”? No querer se impor à opinião, posição ou
entendimento do outro, em uma conversa, reunião ou argumento. Em não dar espaço
para o outro se manifestar, e assim, suprimi-lo. Pronto! Meu ávido leitor já
localizou a nossa marvada favorita.

A “Má”macita fala coisas sobre os outros, exagerando, depois diz
que não disse, fala que seu comportamento é um erro, que não pode ser julgada
pelo erro, que se perdoou sem ser ela a ter se ofendido, enfim. Seu discurso,
interpelações e opiniões são sempre autocêntricas: nascem, crescem se
reproduzem e, ao que parecem, no quesito de sua presença no programa, morrem,
sempre tendo a sua pessoa como único interessado em todas as questões. Olha
para toda a realidade e todos os outros e ver apenas a sua pessoa é a definição
clássica da narcisismo*.

Eu gostaria, antes de mais nada, caro leitor, fazer aqui uma salvaguarda por
aqui. Narcisismo é diferente de auto-estima. Mas não dissociado dela… um
excesso de eu sem espaço para você não pode ser confundido com um eu não mereço
nada, ou não mereço ser amado (a). E assim, De um grande irmão, passando por
uma irmão mais velha chata, chegamos no eu e você.

De quantas formas você deixa de escutar os outros? De quantas formas você
deixa de escutar a sua própria intuição? De quantas formas você tenta controlar
todas as situações, sem deixar a sua percepção do outro chegar até você, mesmo
que não seja para acatar, sem pensar a respeito dela?

Se você não respondeu nenhuma das perguntas de uma forma pelo menos um pouco
adversa, é grande a possibilidade de você estar sendo a Karol Conká do
“rolê”, para os outros. Se você respondeu de forma adversa a todas,
de repente está faltando saber melhor como você funciona e de que forma pode
ser melhor reconhecida, antes de mais nada, por você, e em seguida, pelo outro.

É amparando as suas questões pessoais, sejam ela quais forem, que eu ofereço
os meus serviços de terapia,
e é proporcionando conhecimento sobre o equilíbrio na vida que eu exponho meu
curso “Relacionamentos
Quânticos
“. Para mais pessoas equilibradas, pacientes e com uma
auto-confiiança baseada em seus potenciais integráveis ao outro, e menos
focadas unicamente na percepção limitada de si. Mas se você prefere tombar sem
ser com um hit musical…

*Na palestra “Objetivos
Vivos e Mortos ao Mesmo Tempo
” e no curso de Extensão “Filosofia Quântica
eu demonstro como o funcionamento do elétron no nosso cérebro pode ser
relacionado com a Alegoria da Caverna.

**Narciso é aquele personagem que se via tão bonito, no seu reflexo na água,
que morreu afogado tentando “engolir” a sua própria beleza.

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