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Tiros, morte, terror. Risos, alegria, destruição. Logo depois de celebrarmos a véspera de todos os santos, temos diante de nós uma terrível realidade: o dia de todos os santos. Que atualmente só tem graça por causa de sua véspera. E neste dia, temos tiros, críticas exageros… só não sabemos mais quem são os santos.

Morte na California, que assunto chato. A Califa é muito longe? Morreram pessoas em um dia de celebração do terror, que consideração macabra. Pena que os fatos as tornam verdadeira. Um religioso, um padre, com olhos rútilos e lábios trêmulos, pode dizer que toda complexidade da realidade se exprime neste fato, sem nada mais ser importante, enquanto um racionalista pode querer  dizer que nenhum destes assuntos se relaciona. Tudo bem que um diz que o todo está concentrado em todas as partes o tempo todo, e outro não acredita que nada se relaciona com nada.. Fato é que ninguém sabe o que é o bom e o belo. Elementar, meu caro Sócrates*.

Elementar, mas na prática, esta a consideração acima não é verdadeira. Fato é que em dado período da história ocidental, se convencionou chamar pessoas que se destacavam dentro de uma crença religiosa de santos. Sãos. Exemplos. E para essa avaliação, usou-se a lógica de determinados livros sagrados e sua aplicação prática. Tamanha era a abstração daquilo que era considerado o certo e o bom, que as pessoas que praticavam tudo aquilo e ainda tinham êxito na realidade eram considerados santos. Fico o quanto da humanidade ficou de fora de tais considerações.

Inúmeras, meu caro Watson. Inúmeras… tantas que até hoje existe uma ideologia inteira baseada apenas na negação destas. Chama-se… esquerda. E para júbilo destes, está se convencionando chamar de direita os que vêem demérito nas desconsiderações dos segundos em relação aos primeiros; e felizes ficam, apenas considerando e desconsiderando, sem nada mais fazer. Quem perde, com tudo isso, é a sua referência em relação à realidade. E o que é real? O que é a caverna das sombras? É possível distinguir, sendo seu ponto de partida apenas o seu iphone, suas preferências da internet?

No mundo moderno, foram-se os santos. E restam-nos as dúvidas. Irônica, entretanto, a consideração que, para todos efeitos midiáticos e comunicativos, só é santo quem morre sem sentido. Assim, por um curto espaço de tempo, estas pessoas morreram no dia de trevas. E só por hoje, são santos.

Sobre o autor

Frederico Thompson é Filósofo Quântico Clínico. Atua com a Filosofia de forma terapêutica depois de estudar em instituição religiosa ligada a Universidade de Navarra (Espanha), e de acordo com sua formação de Hipnólogo Ericksoniano e PNL.  Aplica conceitos formados através da consolidação de 14 escolas filosóficas com a Teoria Quântica, Psicologia , Pedagogia, Constelação Familiar  junto com outras duas subdivisões relevantes: a  Ontologia e a  Metafísica.

Ministra palestras autorais abordando temas como: “Objetivos Vivos E Mortos Ao Mesmo Tempo (liderança); “Relacionamentos Quânticos” (dinâmica entre os perfis familiares e comportamentais) ; “Empreendedorismo Quântico” (propósito e dinheiro); “Metafísica Quântica” (conteúdo voltado para profissionais na área da saúde); todas sob essa mesma perspectiva.Trabalha inovando a relação entre microexpressão corporal e arquétipos quânticos.

Participa do corpo docente com a disciplina “Filosofia Quântica” no E- EID relacionando os pensadores da Antiga Grécia, os medievais e contemporâneos agregados a Teoria Quântica.

Faz atendimentos individuais para todos que desejam uma forma diferente de autoconhecimento.

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