Feliz dia dos pais. Para você que é pai, que tem filhos, que não tem, e até mesmo para quem é mulher. Pois raios! Este nem parece um post de Filosofia Quântica, mais uma coletânea de pensamentos de um bebum. Mas não, realmente, qualquer ser humano, apenas por ser quem é, acaba se tornando pai de inúmeras pessoas, empreendimentos, possibilidades.

Em primeiro lugar, pai não é apenas aquele que “faz o serviço” com uma mulher que se torna mãe e, nove meses depois, o serviço está completo. Por mais que isto até aconteça em muitos casos, e só isso já seja o suficiente para gerar um ser humano, existem muitas dimensões da paternidade. Cuidar, prover, ficar atento ao crecimento…

Percebem que posso não estar falando apenas de família, no últimos três últimos verbos da oração anterior? Mas, quânticamente falando, qual a diferença de paternidade e maternidade? Pois simples, ou nem tanto. O pai provê uma forma de cuidado, com um desejo. A mãe, um desejo, vários cuidados. Em equilíbrio, forma-se uma família, uma vida, uma transformação incrível no movimento do cuidado, desenvolvimento, crescimento.

Agradeço, de coração, ao meu pai, o menino da foto. Pensa, se um sujeito que fala de filosofia, de pais e mães dos outros, que tanto significado vê nestas relações, o tanto que não vai falar dos defeitos do cabra. Das qualidades também, mas… haja paciência, né pai? Portanto, nada melhor que por ele criança para tentar acalmar a fera. OU “O” fera!!  Até mais tarde, pai! E feliz dia dos pais para o seu também.

 

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