Quase uma semana sem postagens. Meus leitores, desolados, pedindo pensamentos a este filósofo como um mendigo, com um pires na mão. Existe um filme que se chama “Sob a Influência do Mal”. E aproveitando para fazer uma comparação, durante este longo e tenebroso inverno, venho metafisicamente falar justamente sobre… o frio. Metafísico, ontológico, nas ondas, nas presenças, nas ausências, nas frequências da vida!

Em primeiro lugar, vamos falar sobre a diferença entre frieza e ausência. Uma vez convidei um amigo para uma viajar. Tipo, chega mais que a casa é sua. Para aproveitar a companhia, mesmo. Fui levar o rapah para um passeio, para fazer compras. Ledo engano. Tive o despautério de olhar para uma montanha e filosofar! Kceta, eu vivo disso. Disse simplesmente: veja que árvores bonitas, as araucárias, só tem nessa região!

Resposta:

 

Estou esperando até agora. Frente à minha satisfação de admirar pela enésima vez uma paisagem que até já estou acostumado a ver e ao silêncio que tive de resposta, achei isso muito frio! E desagradável. Meio que, nem por educação recebi uma resposta. (coisa que aconteceu mais de uma vez, neste período).

Isso porque a pessoa estava com a cabeça em outro lugar, no curto espaço de tempo que teria para curtir o local.  Na pouca imaginação de diversão, frente ao tanto que tem que fazer depois, sei lá. A questão é: sempre é possível fazer as duas coisas, aproveitar, apreciar e fazer as coisas render. É uma questão de prioridade!

Quantas vezes isso não acontece com você? De oferecer uma atenção, um carinho, acolhimento, e não receber nada em troca? E o que fazer quando isso acontece? Simples. A gente equaliza as expectativas antes de empreender qualquer coisa que seja, viajem, trabalho, contrato. E se prepara melhor para improvisar, depois.

Existem outras formas de frieza: aquela do médico de guerra, ou dos que ficam nos hospitais aqui no Brasil, sem muito recurso. Se não for lógico o necessário para fazer o que precisa, não ajuda o paciente. Eu também, muitas vezes, tive que ser frio, nos atendimentos individuais, para ajudar.

Pessoas já vieram a mim com problemas de auto-mutilação, tentativa de suicídio, ameaças de morte. Sexualidade exacerbada, por parte de familiares, cara, uma infinitude de coisas. E acreditem em mim, tudo tem jeito, assim que você posiciona as pessoas frente à sua zona de genialidade.

E essa zona começa dentro da pergunta, onde está a resposta. Diminuir “abuso sexual”, para sexualidade, por exemplo. Ou “abuso de poder”, para potencial de trabalho. Para depois, com outros exemplos, mostrar como existe uma infinitude de pessoas com questões complexas. E cara, todo mundo acha que a sua é a mais complicada. Todo mundo.

Acontece com quem eu atendo, diferente, talvez do que acontece com quem está lendo, que eu PROVO para as pessoas como as dificuldades delas a fazem genial. Uso as dores, que nada mais são energias fora do lugar, para mostrar o que elas fizeram de proveitoso SEM o que esperavam da vida. Uma doideira!Usando exemplos da vida de cada um, os resultados são incríveis.

Dúvida? Quer saber mais? Raios, veja meus conteúdos, ou fale comigo. Em setembro vou fazer um curso inteiro sobre isso. Em uma clínica de psicólogos chamada Egolife. Fique atento!

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