Finalmente chegou o assunto “pedra filosofal” em um blog de Filosofia.  A estória de um bruxo que aprende a mágica da vida através da tentativa e erro continua parecendo novidade mesmo 20 anos depois de ter estreado nas livrarias e eventuais cinemas. E isso está relacionado com a metafísica dos seus desejos e com a magia das suas conquistas!

Olá, inseparável leitor. Hoje vamos falar do porque uma historia com foco no público infanto-juvenil conquistou e continua conquistando o nosso interesse e espaço neste post. E como tudo o que é relevante, seu sucesso tem mais de um significado.

Uma característica mais marcante deste livro é o dinamismo. Muitos diálogos, estória envolvente. Típico de um escritor predominantemente criativo. Acontece que dentro desta criatividade toda existe uma reunião de referências à cultura grega, como o cão de três cabeças, feitiços em latim, que remetem à tradição europeia e ocidental, descaso de adolescentes por abusarem da mágica, como adolescentes abusam da tecnologia, tudo isso com cavalares doses de bom humor.

Acontece que você pode não ser um criativo ambulante. Pode ser pilhado na batatinha, acordar de péssimo humor, se sentir incomodado com excesso de referências, e preferir uma só para seguir ou ser uma camomila avessa a qualquer coisa que não suas chateações.

Para todos os casos, a filosofia do livro é a mesma: em um universo de referências, vale a pena iniciar sua carreira, seus relacionamentos e seus movimentos da vida com o que você tem na mão, sendo uma pessoa normal, chegar a feitos extraordinários! Juntamente com pessoas extraordinariamente comuns. Ou, se você preferir, comumente extraordinárias!

 

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