Olá, fã de Fórmula 1. Hoje vamos falar sobre porque o nosso semi-campeão, nosso Vasco com rodas, costuma nos empolgar, frustrar e repensar a respeito da nossa paixão automobilística tão frequentemente, enquanto ajuda quem está perto, como companheiro de equipe e a própria equipe com mais maestria do que tem para si mesmo dentro das pistas. Bora? Pois fica ligado, para não pagar uma de Rubinho.

Existem 4 tipos de funcionamento do nosso cérebro. Existem 4 tipos de funcionamento da sua menor parte do átomo, o elétron. Vou falar sobre o comunicador/criativo hoje. E este é Felipe Massa.

Ele é aquele tipo de sujeito que tem um grande amor à novidade que quando inicia-se a corrida, na largada, ele brilha. Só na largada? Não, toda situação de mudança, transição ou indefinição, ele aparece. Quebra um, bate outro, se faz necessário improviso, ele passa por tudo, ganha posições.

Acontece que, assim como todos criativos, ele detesta a estabilidade. Em uma corrida, este ano, ele conseguiu chegar em 6º, mas reclamou que estava dirigindo “que nem uma vovó”. Fosse essa a minha avó Zana, que é mais pilhada das ideias, até como temperamento, teria chegado em 1º e achado pouco.

Pilotos mais lógicos, como Emerson, Piquet ou Prost, só ousam, ou por outra, ousam mais quando é absolutamente inevitável ou extremamente necessário. Noves fora, seus elétrons se sentem mais tranquilos com este período de estabilidade.

A trajetória do elétron molda as prioridades do temperamento de um atleta. Acaba moldando. O Massa, para se sentir confortável, prefere estar em harmonia com quem está próximo. É um excelente professor/ajeitador de carro/mestre de ultrapassagens. Porque isso demanda integração com os demais. Integração com Alonso, inclusive, que deu no que deu. Explica? Muita coisa. Nem tudo.

Então, agora, o momento em que todos aguardam ansiosamente: A Anamnese Quântica. Ou a desastrologia feminina de um sujeito hómi:

  1. A mãe/esposa de F.M. devem ser mais assustadas que a média (com motivos* até positivos, mas que não ajudam  um piloto).
  2. Esses medos ficam armazenados no inconsciente, em movimento, como a vida, e como funcionamos como transmissores e receptores de onda de rádio, de um jeito ou de outro, esses medos passam para o Felipe. Mesmo que exista distância entres os temerosos e seus objetos de medo. Sim, a não-localidade é manifestada aqui.
  3. Acontece que o medo atrai exatamente aquilo que se teme. É como se as coisas acontecem exatamente com a quantidade de energia que se põe nelas, seja considerada por ti coisas boas ou ruins.
  4. E esse medo das corridas meio que transfere, até se transformar em um acidente que o aterroriza ainda mais. Ou uma quebra para evitar acidentes e uma expectativa de vitórias. O medo não é um código binário sim/não. É algo que se manifesta enquanto as expectativas estão se transformando em prática.

E olha,  disse que fiz uma anamnese? Cara, isso foi a síntese da síntese. Da síntese. E mais uma síntese como prêmio de consolação. É claro, que existem inúmeros outros fatores e análises, eu me atenho ao indivíduo.

Nós abstraímos o que seria necessário para o Felipe ganhar hoje, depois que vários bons pilotos bateram, muitos quebraram, outros foram penalizados, perderam a cabeça. E a análise disto tudo e de outros temperamentos de pilotos… Você ainda vai encontrar por aqui. É só ficar ligado!

 

*Para saber  mais informações, precisaria de mais contato com as pessoas a quem me refiro)

Imagem: Andrej Isakovic/AFP/Uol

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