Olá, assíduo leitor deste blog. Hoje vamos falar sobre uma das formas mais comuns de amar. Amar os carros! Que coisa, não é mesmo? Será possível para todo o ser humano entender o que é amar um carro? Ou, por outra, dedicar o seu amor a algo que vai te oferecer em troca uma possibilidade de ação, locomoção, de ser visto e reconhecido? Pronto, já entrei no assunto. E agora que você está aqui, vamos continuar filosofando!

Olha só, se você é mulher e não entende muito a relevância de gostar de carros, não vou tentar te convencer do contrário. E se você é homem e adora carros, não vou dizer que apenas seu amor ao seu possante resolve a sua vida. Vou mostrar que tudo o que dedicamos a nossa atenção traz um pouco de todo o nosso ser, e entender isso nos ajuda a entender melhor e nos relacionar com as pessoas. Gostem elas do que elas quiserem!

E é isso mesmo. Existe algo de quântico no reino automobilístico*. A foto do carro acima não é o meu carro. É um carro que eu adoraria comprar, há 8 anos atrás. Que me encantou tanto, que tirei essa foto. Hoje em dia, meu carro é deste modelo, desta cor, só foi comprado no ano seguinte. Bacana, não? Esta foto acabou sendo uma projeção do meu futuro!

O que eu faço para viver, nas minhas palestras, atendimentos individuais e cursos e mostrar como TODO MUNDO tem projeções de desejos, necessidades e vontades que podem ser transformadas em realidade, dependendo da maneira e carinho com que são encaradas. O que acontece é que 100% das pessoas tem acesso a apenas 5% de si mesmas para definir o que realmente querem. E esses 5% ainda brigam entre o que querem e acham que é capaz realizar. Às vezes mesmo antes de sequer tentar conquistar o projecional desejo.

Complexo? Tenso? Complicado? Nem tanto, caro mestre, nem tanto. Claro que não vou conseguir exprimir todo esse conteúdo apenas neste post. Lastimo profundamente a pequenez de uma lauda para tanta filosofia. Mas fique ligado que todo dia tem mais!

 

*É uma referência a Hamlet, de Shakespeare. Faço várias dessas, em meus posts! É só ver “HÁ ALGO DE QUÂNTICO NO REINO DE BAGÉ“.

 

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