A música do Chico Buarque a que me refiro nesta chamada do meu post  é genial, perdão do trocadilho. Mas fala “Joga bosta na Geni”, também! É uma crítica ao desmerecimento da mulher, presente em uma cultura potencialmente machista. Critica também quem pensa apenas de uma forma, faz as coisas de um só jeito. Mas parece que o movimento que aborda o favorecimento da mulher acha que é bacaninha jogar bosta em homem, para resolver a parada!

Bom, meu bom, talvez eu esteja sendo injusto. Jogaram bosta na Miriam Leitão também! E ela é mulher. Vai você, mulher, querer ser empoderada e pensar por si própria sem gente com piquetes e vontades políticas por trás!

Incrível como estamos em um país continental, que é uma mãe para estrangeiros, políticos, ladrões ( pega-pega! ) e afins e a única alternativa que conseguimos pensar para resolver nossos questionamentos sobre governos é um novo regime militar ou uma militância esquerdista jogadora-de-bosta. E nas duas opções a adernada para a esquerda ou para a direita, a raiz da solução envolve algo militar, bélico. Pqp.

Parecemos uma nação que não tem o hábito de pensar, filosofar, nem ver alternativas práticas com o pensamento. Obrigado pela oportunidade, diga-se de passagem! Sobra bastante campo para mim.

Agora, senhoras e senhores, antes de prosseguir na crônica, apresento-lhes… o seu pensamento. E suas duas alternativas de funcionamento: Um denominado masculino, com um desejo, um resultado, mais comumente chamado partícula. O outro, feminino, ou um desejo, vários resultados, em forma de onda. Ambos, combinados, formam as frequências, que formam nossas ideias, e também a realidade.

Pois bem, nada como dividir em duas a realidade, e cada partido político lhe diz que, sem uma, em detrimento da outra, o país não anda. Pense se não é assim:

PT ( época da Dilma ) = feminino, um governo, vários ministérios. (minorias, diversidade de cuidados com natureza, cultura, etc.)

PMDB com Temer – Um governo, menos resultados, ou ministérios, sendo um desejo com resultado mais premente = alinhar a economia antes de passar o bastão. Joesleys e aposentadorias, à parte, mas ainda assim dentro de um campo de atuação focado na economia.

Agora, as coisas podem estar ficando mais claras… mas porque espinafrar Alexandre Garcia ? Ah, porque ele não comunga do “O Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu com o Rei que mora no meu umbigo”.

Por isso, entendo que nem todos espinafres tem, necessariamente, bafo de mortadela. Para algumas pessoas, qualquer forma de pensamento que tenha um pensamento e um resultado, já é uma ofensa grave. É uma nova forma de machismo feminista!

 

(foto: Alexandre Garcia via UOL Enretenimento)

 

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