Olá, leitor querido. Tudo bem? Como anda essa vida doida? Espero que bem. Uma vez que a sua pessoa está aqui, me responda uma pergunta: o que você prefere, que seus objetivos estejam vivos ou mortos?

Pode parecer estranha, ou até meio besta essa pergunta, mas entendendo um pouco de Filosofia Quântica e este filósofo que vos fala, saberá que nenhuma piada, impropério ou viagem da maionese destas considerações é viajada demais para ser… real.

Sim. Saber se seus objetivos estão vivos ou mortos é, na verdade, saber o quanto, dentro do seu cérebro, e da sua colocação na realidade, você está alinhando as suas próximas conquistas com o que você acredita ser realmente possível conquistar. Opa, tá ficando mais interessante, não?

Pois sim. Este tema que eu escolhi para este post é a relevância do argumento de um cientista chamado Schrodinger para a humanidade. Ele, para explicar um movimento do elétron, disse que seu comportamento era semelhante a colocar um gato em uma caixa e vedar. Enquanto o gatinho estava lá dentro, ele estava VIVO E MORTO AO MESMO TEMPO. Ou seja, as duas possibilidades estavam sobrepostas. E o que ia salvar o gatinho? Ou matá-lo? O seu ato de olhar para a caixa. (no caso do experimento, a medição da experiência é o que vai modificá-la).

Que loucura, não? Sim, uma loucura de como as coisas acontecem com o elétron, que, diga-se, é dele que são feitos… os seus pensamentos! O que isso quer dizer? Cara… muita coisa! Tanta que eu fiz uma palestra inteira somente para tratar a respeito. E… estou escrevendo um livro sobre isso!

Esse livro vai tratar sobre como os conhecimentos recentes de como funciona o átomo sempre influenciou o pensamento humano, em cada escola filosófica através do tempo, pois, enfim, o ser humano sempre foi formado por átomos, ondas partículas!

Bom, então fique por aqui, para saber mais. É muita coisa para um post só, mas falar sobre isso, para mim, é quase um vício!

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